Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías 65:24
Toda vez que entro no carro, oro: "Senhor, protege-me enquanto dirijo. Não permitas que ocorram acidentes. Guarda o carro em boas condições de segurança." É um hábito, mas também é tranquilizador saber que Deus agora está no controle da minha segurança. Assim, no dia 3 de agosto de 2007, fiz minha oração costumeira ao entrar no Mercedes da minha filha de criação. Christina me seguiu no seu RV, ao sairmos para procurar um restaurante onde comemoraríamos uma vitória.
Na esquina das ruas 17 e Figueroa, parei num semáforo. Em segundos, um daqueles caminhões acima do peso passou no sinal vermelho em velocidade de rodovia, colidindo comigo e causando perda total no veículo dele e no Mercedes.
Fui levada ao único hospital de Los Angeles para traumatismos, onde meu tornozelo esquerdo foi operado devido à fratura dupla, que precisou ser consolidada com pinos. Eu ainda estava no hospital cinco dias depois quando, no dia do meu sexagésimo nono aniversário, tive um "episódio" misterioso. Os casos costumeiros atendidos por esse hospital eram de pacientes com ferimentos a bala e overdose de drogas, de modo que o pessoal não tinha ideia do que estava errado comigo. O caso foi identificado nos registros como "possível ataque de ansiedade". Puseram-me em coma induzido até descobrirem como me tratar.
Uma cardiologista visitante, Dra. Faye Lee, viu meu prontuário. Embora eu não fosse sua paciente, ela leu o prontuário e chamou Christina para lhe dizer: "Talvez você queira transferir sua mãe para o Hospital Bom Samaritano, onde podemos fazer nela um angiograma."
Christina me transferiu imediatamente. Foi feito o angiograma e, três dias depois, passei por uma cirurgia cardíaca.
Quando saí do coma, o cirurgião cardíaco me disse: "Se a senhora tivesse sofrido o ataque cardíaco em qualquer lugar que não fosse o hospital, ninguém teria sido capaz de socorrê-la em tempo."
Embora eu tivesse orado para que não houvesse acidentes, Ele permitiu que eu fosse ferida numa colisão frontal, a fim de estar no hospital quando sofri um ataque cardíaco que ameaçou minha vida. Deus conhece nossas necessidades e, quando Lhe entregamos o controle da nossa vida, Ele faz exatamente isto: controla o que nos acontece, para nosso bem, mesmo que signifique uma colisão frontal.
Darlenejoan McKibbin Rhine
Nenhum comentário:
Postar um comentário